Entre aspas – Mario Quintana

Tentei escolher um poeminha só, mas não consegui.

Da eterna procura

Só o desejo inquieto, que nao passa,

Faz o encanto da coisa desejada…

E terminamos desdenhando a caça

Pela doida aventura da caçada.

Do amoroso esquecimento

Eu, agora – que desfecho!

Já nem penso mais em ti…

Mas será que nunca deixo

De lembrar que te esqueci?

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