Benditas malditas palavras

As palavras adoram brincar comigo. Tem vida própria as danadas. Às vezes eu só penso em algo e elas rapidamente verbalizam meus pensamentos. Me fazem sofrer do Mal de Gessinger: “Eu fui sincero como não se pode ser”.

Mas o pior é quando elas resolvem brincar de esconde-esconde. Ahh, que raiva que eu tenho quando elas me faltam. Sempre nos momentos mais importantes, nas horas mais críticas, nas deixas mais dramáticas. Nessas horas eu coloco a minha mais bela cara de mimimi e disfarço – ou penso que disfarço – sabe-Deus-como o silêncio constrangedor. Algum tempo depois as palavrinhas voltam risonhas e com as melhores respostas que já não servem para nada. Lá se foi o timing, o bonde, o trem de Jaçanã que passa às 11 horas. Malditas benditas palavras.

P.s: Eu deveria terminar esse post de forma digna, mas nesse exato momento as palavras me faltaram.

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